Instituto Conservador – Liberal

Imagem por: Ilustrado com IA
Por : Ultimato
1) Ano novo, coisas antigas
Categoria : Artigos
Talvez o leitor, assim como eu, tenha tido uma passagem de ano sem muitas expectativas para o ano de 2013. Ou talvez não; tenha sido uma festa com um renovar de esperança sem fim, cheio de vigor para o ano que está se iniciando. Eu passei uma boa festa, regada com sorrisos e brincadeiras, porém com uma reflexão em mente: ano novo e tudo continua na mesma. Ou pior… Pareceu apenas uma passagem de segunda-feira para terça-feira comum, exceto que há um feriado. Ano novo, mas o mundo é mundo, a Terra vai dar mais uma volta em torno de si mesmo – como está fazendo e as horas passando, estações do ano correndo, trabalho, estudos, enfim; tudo antigo. Pessimista, eu? Não, apenas realista. E com essa realidade em mente aproveito para que nos apeguemos a certas coisas antigas e tradicionais. Parece um paradoxo com minhas últimas reflexões, mas não é. Quero me apegar a coisas realmente antigas, entretanto que renovam a esperança e aqui vai a lista de algumas delas que proponho ao leitor também incluir nas “promessas de fim de ano”. Em primeiro lugar, por falar em promessa, quero tratar sobre esse tema. Fidelidade para ser mais específico. Ser fiel é um assunto antigo, não é coisa nova tratar de fidelidade. Na verdade de tudo o que for tratado nada é novo como diria o Eclesiastes. Não há nada de novo de baixo do sol.
Por : Silvio Canto Jr. em American Thinker
2) Woke, estilo canadense
Categoria : Artigos
O movimento woke está perdendo força por aqui, mas continua vivo e bem no Canadá. O exemplo mais recente vem de um pedido de desculpas, sim, mais um pedido de desculpas por algo que alguém, já falecido, fez há muitos anos. Eis a história: “Hoje, a General Jennie Carignan, Chefe do Estado-Maior da Defesa, e o Suboficial Bob McCann, Suboficial das Forças Armadas Canadenses (FAC), apresentaram um pedido formal de desculpas a todos os membros atuais e antigos das FAC e suas famílias que sofreram racismo sistêmico, discriminação racial e assédio racial em decorrência do serviço militar. O pedido de desculpas foi apresentado em uma cerimônia em Ottawa, Ontário, para reconhecer os desafios enfrentados pelas Forças Armadas Canadenses (CAF) na promoção de um ambiente de trabalho onde todas as pessoas sejam tratadas com respeito e justiça. Este pedido de desculpas faz parte da responsabilidade contínua das CAF em lidar com os danos causados pelo racismo sistêmico e em trabalhar por uma mudança significativa e duradoura…”
Por : José Nivaldo Cordeiro em Olavodecarvalho.org
3) A árvore e o jabuti
Categoria : Artigos
28 de dezembro de 2001
Ao ler ontem a coluna de Otávio Frias Filho na Folha de São Paulo, na qual ele afirmou hiperbolicamente que José Serra é o melhor administrador público de sua geração, proposição da qual evidentemente não demonstrou os fundamentos, uma intuição caiu sobre mim como um raio a respeito dos fatos da conjuntura econômica. Todo mundo sabe que jabuti não sobe em árvore, como diz o ditado popular. Se lá está é porque alguém o colocou, alguém que tem poder para isso. Diz a sabedoria popular que é melhor não mexer com ele, pois se está lá é para ficar, segundo a vontade de algum poderoso de plantão. O que importa aqui não é removê-lo, longe de mim que nem poder tenho para isso. Importa, todavia, explicá-lo e interpretá-lo. O nosso jabuti metafórico é a sensacional virada na conjuntura econômica, que deixou a todos perplexos, com a apreciação do câmbio sem nada de significativo que lhe pudesse servir de base, exceto a ação governamental. Não sou operador de mercado e não tenho nenhuma inside infomation, de modo que pretendo aqui apenas analisar os fatos e tentar explicá-los pelo lado de fora, com base nas informações disponíveis. Rememorando. O câmbio chegou bater R$ 2,80 e de repente começou a cair de forma sistemática, isso depois do governo vender ativos cambiais cujo valor de estoques ficou superior a US$ 130 bilhões. A primeira conseqüência óbvia é que detentores desses títulos, especialmente bancos e investidores institucionais, mas não apenas, pois dado o valor elevado é provável que a maioria dos investidores tivesse feito alguma posição casada com o câmbio, realizaram formidável prejuízo, uma vez que a taxa regrediu para a faixa de R$ 2,30 por dólar.
Por : Paula Rinehart em The Federalist
4) Um quarto dos jovens americanos rompeu relações com os pais e chama isso de ‘estabelecimento de limites’
Categoria : Artigos
O rei Charles e o príncipe Harry recentemente foram notícia ao compartilharem uma xícara de chá após dois anos de silêncio e afastamento. Isso deve dar esperança a muitas famílias americanas. A prática de “nenhum contato” ou pouco contato com um dos pais é uma tendência preocupante, que certamente agravará os níveis já recordes de solidão e isolamento na vida pós-Covid. Há dez anos, era raro encontrar um pai ou uma mãe que não tivesse conhecido um neto ou que tivesse sido excluído(a) da vida de um filho adulto em consultórios de aconselhamento como o meu. Ainda me lembro da dor dilacerante nos poucos rostos que vi. Agora, essa experiência está se tornando muito mais comum. Onde moro, casais de todo o país vêm em busca da tranquilidade e sanidade das Montanhas Blue Ridge. Rapidamente se aprende quem não se pode questionar sobre os filhos ou netos. É doloroso demais. Eles não têm um bom relacionamento com um filho adulto. Podem até não conhecer os próprios filhos. Indícios de afastamento entre pais e filhos permeiam o cenário social atual.
Por : Ultimato
5) Ano-novo, novas preocupações
Categoria : Artigos
Quando se adentra a um novo ano psicologicamente tudo recomeça e com tudo isto aparecem as preocupações e os cuidados da vida porque estamos diante de algo desconhecido e neste ano está ainda mais tenso porque entre outras coisas houve a mudança no governo. Por mais que queiramos nos abster desse assunto sempre respinga algo através de noticiários, discussões, reclamações e preocupações. O crente geralmente se baseia na Palavra de Deus e procura nortear a sua vida por essa Palavra que “é lâmpada para os nosso pés e luz para os nossos caminhos”. (Salmo 119.105) Tentamos disfarçar, mas acabamos nos envolvendo de certa forma com as notícias que vêm no ar ou na tela e são escritas nos jornais. A vida e a preocupação do crente é diferente, mas no contexto acaba sendo semelhante aos demais, pois também somos cidadãos brasileiros e, portanto, somos participantes do dia a dia deste País. Com o tempo notamos as diferenças, as reclamações, as insinuações e as mudanças que nem sempre melhoram ou alteram o quadro. A vida do crente é diferente, mas como cidadãos nós temos direitos e deveres inerentes à vida do nosso País. Temos todo o ano de 2023 à nossa frente e não devemos postergar as nossas decisões e realizações. Percebe-se que a preocupação é grande, as mudanças, as “mexidas” já começaram a acontecer e isto obviamente altera o quadro geral. Não podemos ignorar os fatos, nem dissimular, mas sobretudo devemos encarar a realidade.
Por : Olavo de Carvalho
6) Espírito e cultura: o Brasil ante o sentido da vida
Categoria : Artigos
31 de dezembro de 1999
Primeira Meditação de Ano Novo
Por vezes, do fundo obscuro da alma humana, soterrada de paixões e terrores, nasce um impulso de libertar-se da densa confusão dos tempos e erguer-se até um ponto onde seja possível enxergar, por cima do caos e das tormentas, dos prazeres e das dores, um pouco da harmonia cósmica ou mesmo, para além dela, um fragmento de luz da secreta ordem trancendente que — talvez — governa todas as coisas. É o impulso mais alto e mais nobre da alma humana. É dele que nascem todas as descobertas da sabedoria e das ciências, a possibilidade mesma da vida organizada em sociedade, a ordem, as leis, a religião, a moralidade, e mesmo, por refração, as criações da arte e da técnica que tornam a existência terrestre menos sofrida. Nenhum outro desejo humano, por mais legítimo, pode disputar-lhe a primazia, pois é dele que todos adquirem a quota de nobreza que possam ter, residindo mesmo aí o critério último da diferença entre o humano e o sub-humano (ou anti-humano) e, por conseguinte, para além de toda controvérsia vã, a chave da distinção entre o bem e o mal. É bom o que nos eleva à consciência da ordem e do sentido supremos, é mau o que dela nos afasta. Não tem outro significado o Primeiro Mandamento: Ama a Deus sobre todas as coisas.
Por : Mike McDaniel em American Thinker
7) Já passou da hora de prender os políticos que estão dificultando a aplicação das leis de imigração
Categoria : Artigos
Os democratas, liderados pela equipe de Joe Biden, violando diversas leis federais de imigração, permitiram a entrada de até 20 milhões de imigrantes ilegais nos Estados Unidos em apenas quatro anos. Donald Trump foi reeleito com a promessa de deportar esses imigrantes ilegais, o que democratas, anarquistas, socialistas, comunistas e outros inimigos da América se opõem veementemente. Entre as vozes mais estridentes em oposição ao Estado de Direito estão o governador de Illinois, JB Pritzker, e o prefeito de Chicago, Brandon Johnson. A ex-prefeita de Chicago, Lori Lightfoot, também apoia a causa.
Por : Olavo de Carvalho
8) Gramscianos enfezadinhos, uni-vos
Categoria : Artigos
26 de dezembro de 1998
Alguns dias atrás, tendo encontrado na Internet um sitebrasileiro dedicado a Antonio Gramsci – o ideólogo italiano que critico duramente em A Nova Era e a Revolução Cultural –, propus aos responsáveis pela página um intercâmbio de links, argumentando, em tom de blague, que seria bom constar da sua bibliografia pelo menos um livro contra o gramscismo, “para não dar na vista” já que alegavam ser tão democráticos. Os fulanos levaram a coisa a mal, subiram nos tamanquinhos e, em pleno dia de Natal, me enviaram uma carta enfezada. Reproduzo aqui, seguido da minha resposta, esse singular documento (grifos meus):
Carta de Luiz Sérgio Henriques, Carlos Nelson Coutinho e Marco Aurélio Nogueira
Sr. Olavo de Carvalho:
Surpreendeu-nos o tom da mensagem que nos foi enviada com a sua assinatura. Desde logo, o senhor, que tanta questão faz de falar em “amor à democracia”, não parece nem um pouco constrangido em nos fazer imposições para que entre nós se estabeleça algum diálogo. Já por isto, não lhe reconhecemos autoridade para nos cobrar a prática da democracia, nem aceitamos a imposição de “condições” para escolhermos os links a incluir em nosso site…
Por : José Aparecido Ribeiro em MPV
9) 178ª Live Comunica MPV – O jornalismo como instrumento da formação do consenso e o controle da informação – Exibida em 04/11/2025
Categoria : Artigos
Vídeo no link.
Por : Mike McDaniel em American Thinker
10) O Departamento de Justiça de Trump leva a Segunda Emenda a sério
Categoria : Artigos
As decisões da Suprema Corte nos casos Heller (2008) e Bruen (2022) esclareceram a Segunda Emenda, embora não completamente. Não há dúvida de que a Segunda Emenda trata de um direito individual inalienável de possuir e portar armas. Armas — e certamente suas partes e acessórios — de uso comum podem ser possuídas e portadas em público. As pistolas mais comuns são as semiautomáticas. Seus carregadores, de capacidades variáveis, são componentes essenciais. Sem carregadores, recarregar pistolas de tiro único torna-se muito difícil e lento. Como nem Heller nem Bruen abordam especificamente a capacidade dos carregadores, os estados democratas (ou seja, estados com maioria democrata) têm adicionado a limitação da capacidade dos carregadores às suas outras táticas de obstrução. A estratégia mais comum é limitar os carregadores a 10 cartuchos.